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14 de março de 2017

Empoderamento Feminino

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Empoderar mulheres e promover a equidade de gênero em todas as atividades sociais e da economia

são garantias para o efetivo fortalecimento das economias, o impulsionamento dos negócios,

a melhoria da qualidade de vida de mulheres, homens e crianças, e para o desenvolvimento sustentável.

Ciente do papel das empresas para o crescimento das economias e para o desenvolvimento humano,

a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios do Empoderamento das Mulheres!

Os Princípios são um conjunto de considerações que ajudam a comunidade empresarial a incorporar

em seus negócios valores e práticas que visem à equidade de gênero e ao empoderamento de mulheres.
Conheça os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres:

1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível.

2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho,

respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação.

3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa.

4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres.

5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing.

6. Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social.

7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

 

Dra Nadine Gasman, M.D., PH.D é a Representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil.

A Dra. Gasman foi  Diretora da Campanha do Secretário-Geral das Nações Unidas UNA-SE pelo Fim da Violência Contra as Mulheres para a América Latine e o Caribe.

Ela entrou para Nações Unidas como Representante do Fundo de População das Nacões Unidas (UNFPA) na Guatemala em 2005, onde apoiou os governos local e nacional, Organizações da Sociedade Civil e setor privado no avanço dos Direitos Sexuais e Reprodutivos e Saúde Reprodutiva, bem como nas questões de gênero, população e desenvolvimento, sendo pioneira no trabalho do UNFPA em relação às adolescentes indígenas.

Antes de entrar para as Nações Unidas, a Dra. Gasman foi diretora do IPAS México, uma ONG internacional dedicada aos direitos sexuais e reprodutivos, onde ela prestava apoio ao governo no desenvolvimento dos Modelos Inclusivos Centralizados de Cuidados às vítimas/sobreviventes de abuso sexual e cuidados pós-aborto.

Ela liderou o time da Assembleia de Saúde da População, que produziu a Carta Régia de Saúde da População, um documento de base amplamente utilizado e traduzido para mais de cem línguas.

A Dra. Gasman trabalhou em vários outros postos juntamente com os governos do México e da Nicarágua e foi fundadora e Diretora-Geral do Grupo de Saúde da América Latina (uma empresa de consultoria independente) onde coordenou consultorias em mais de dezesseis países na América Latina e África para organizações nacionais, bilaterais e internacionais, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), o Banco Mundial, as Agências de Assistência  dos Estados Unidos da América, Dinamarca e Suécia (USAID, Danida e SIDA) e a Comissão Europeia.

A Dra. Gasman é médica e possui nacionalidade mexicana e francesa, com mestrado em Saúde Pública pela Universidade de Harvard e doutorado em Gerenciamento e Políticas da Saúde pela Universidade Johns Hopkins.

Fonte: http://www.onumulheres.org.br

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